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1º Relatório sobre o Impacto da IA Generativa no Direito · Edição 2025

O primeiro retrato da IA generativa na advocacia brasileira

Pesquisa com mais de 1.500 profissionais do Direito sobre a adoção e as percepções da IA generativa, feita pela OAB SP, Trybe, Jusbrasil e ITS Rio.

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Realização

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OAB SP, Trybe, Jusbrasil e ITS Rio se uniram para mapear, pela primeira vez, como os profissionais do Direito estavam usando e percebendo a IA generativa.

O que os dados mostraram em 2025

  • 55%

    dos profissionais do Direito usavam IA generativa de forma diária ou semanal

  • 79%

    de quem não usava IA nunca tinha feito capacitação sobre o tema. Entre os usuários frequentes, 71% já tinham se capacitado

  • 65%

    dos usuários frequentes trabalhavam em organizações que incentivam o uso. Entre quem não usava, 67% estavam em ambientes sem incentivo

  • Menos de 16%

    viam a liderança incentivar ou propor o uso de IA

  • 48%

    tinham percepção entusiasta da IA no Direito, 47% neutra e 5% cética

  • 93%

    acreditavam que o uso de IA cresceria no ano seguinte

A adoção já era maioria, mas vinha da iniciativa de cada profissional, e não das organizações. Capacitação e ambiente de trabalho apareciam como os fatores que mais separavam quem usava de quem não usava.

Um ano depois, o uso frequente subiu de 55% para 77%

A edição 2026 ampliou o estudo para seis seccionais da OAB e mais de 1.800 participantes, e passou a medir também os resultados concretos da IA na rotina jurídica.

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O que você vai encontrar no relatório

  1. Perfil de quem respondeu

    Idade, gênero, formação, renda, região e atuação dos mais de 1.500 participantes.

  2. Adoção da IA generativa

    Os três perfis de uso (usuários frequentes, pouca adesão e sem adesão), ferramentas, casos de uso e barreiras.

  3. Percepção do impacto

    Os perfis entusiasta, neutro e cético, com as expectativas, preocupações e o nível de confiança de cada um.

  4. Adoção e percepção por perfil profissional

    Como advogados autônomos, profissionais de escritórios e empresas e o setor público usam e percebem a IA.

O que dizem as lideranças das instituições

“O advogado não vai perder o trabalho para a inteligência artificial, mas é possível que perca mercado e espaço para advogados que utilizam essa tecnologia. E, por mais paradoxal que pareça, essa inovação fará com que os advogados se tornem mais humanos, exigindo o desenvolvimento mais profundo das habilidades e capacidades que os robôs não possuem.”
Foto de Leonardo Sica

Leonardo Sica

Presidente da OAB SP

“A chegada da IA Generativa está revolucionando a lógica de trabalho dos advogados e advogadas, empresas de tecnologia e departamentos jurídicos. O desafio, agora, vai além de apoiar os profissionais do Direito: é entregar soluções que ampliem a inteligência jurídica, garantindo confiabilidade, checagem e valor agregado na tomada de decisão. Velocidade é importante, mas em nada serve se não for confiável.”
Foto de Luiz Paulo Pinho

Luiz Paulo Pinho

Cofundador do Jusbrasil

“A pesquisa indica que o profissional do Direito reconhece tanto as externalidades positivas quanto as negativas associadas ao uso da IA no setor jurídico. Ainda assim, fica evidente que as possibilidades apresentadas pela tecnologia são valorizadas, indicando um cenário de otimismo que deve levar o profissional da área a buscar cada vez mais oportunidades de capacitação e aprimoramento.”
Foto de João Victor Archegas

João Victor Archegas

Coordenador de Direito no ITS Rio

“A capacitação é um dos fatores fundamentais para a adoção da IA Generativa no Direito e, consequentemente, para a percepção positiva sobre a tecnologia. Dessa forma, capacitar os profissionais com as habilidades necessárias para redesenhar o trabalho com o apoio da IA, vai permitir que dediquem mais tempo ao que realmente importa: a complexidade da análise jurídica e a relação humana com clientes e sociedade.”
Foto de Matheus Ganem

Matheus Ganem

CEO da Trybe

Como a pesquisa foi feita

Estudo exploratório com dados coletados por formulário online, divulgado nos canais da OAB SP, Trybe, Jusbrasil e ITS Rio. Participaram mais de 1.500 profissionais do Direito de todas as regiões do Brasil.

Como a participação foi espontânea, o perfil dos respondentes pode incluir mais profissionais já interessados em tecnologia, e a amostra não é estatisticamente representativa de todos os profissionais do Direito no país. Por isso, os resultados devem ser lidos de forma relativa, como o próprio relatório orienta.

O relatório em resumo

Nome
Relatório sobre o Impacto da IA Generativa no Direito: panorama sobre adoção e percepções
Edição
1ª edição, 2025
Realização
OAB SP, Trybe, Jusbrasil e ITS Rio
Participantes
Mais de 1.500 profissionais do Direito, de todas as regiões do Brasil
Metodologia
Estudo exploratório com formulário online. Amostra não estatisticamente representativa
Capítulos
Perfil demográfico, adoção da IA generativa, percepção do impacto e adoção e percepção por perfil profissional
Principal achado
55% usavam IA generativa de forma diária ou semanal
Publicação
Edição seguinte
2026, com seis seccionais da OAB, Trybe, Jusbrasil e ITS Rio
Acesso
Gratuito e sem cadastro

Perguntas frequentes

Quem fez o relatório?

A OAB SP, a Trybe, o Jusbrasil e o ITS Rio.

Quantas pessoas participaram da pesquisa?

Mais de 1.500 profissionais do Direito, de todas as regiões do Brasil.

Preciso me cadastrar para ler?

Não. O relatório é gratuito e abre direto no navegador.

Como a pesquisa foi feita?

Por um formulário online divulgado nos canais das instituições realizadoras. É um estudo exploratório, com participação espontânea, e a amostra não é estatisticamente representativa de todos os profissionais do Direito no país.

Existe uma edição mais recente?

Sim. A edição 2026 foi feita por seis seccionais da OAB, Trybe, Jusbrasil e ITS Rio, com mais de 1.800 participantes. Ela mostra que o uso frequente de IA subiu de 55% para 77% em um ano.

Leia o relatório completo

Os dados completos, com os recortes por perfil de uso, percepção e atuação profissional.

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